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Diversos assuntos.

Dólar em alta, Free Shops de Rivera em baixa?

Você já estava com as malas praticamente prontas, tinha dado a última conferida no saldo da conta bancária e eis que surge William Bonner, ou qualquer outro jornalista de sua preferência, e anuncia que o dólar está em alta e que os brasileiros já estão reorganizando seus planos e adiando as viagens para o exterior. Mesmo não sabendo muito de economia, você já reconhece que quando a palavra “dólar” aparece acompanhada da palavra “alta” a situação deixa de ser favorável em relação a viajar para fora do Brasil.

Mas, porque o dólar anda subindo tanto em relação ao real?

Segundo economistas, somente no mês de Setembro o dólar americano subiu mais de 12%, sua maior cotação desde o inicio do ano passado. Para quem pretendia fazer compras no exterior e em free shops, significa pagar muito mais caro por um produto agora do que há aproximadamente um mês.

Até pouco tempo atrás, o real recebia dos especialistas a conotação de moeda emergente, já que em relação ao dólar, era a moeda que mais caía. Algo que refletia as inúmeras estratégias do governo tendo em vista o desenvolvimento do país e sua projeção no cenário internacional.

Foi justamente por isto, que as notícias sobre a alta do dólar provocaram espanto de muita gente, principalmente pessoas que aproveitavam a oportunidade de comprar produtos fora do país por um preço mais acessível que o mesmo produto vendido aqui, no mercado brasileiro.

Se nada ocorre por acaso, as mudanças nas taxas de cambio são reflexo do que vem ocorrendo na economia mundial nos últimos meses, principalmente, na Europa. Como muitos já devem estar sabendo, a economia da Itália e da Grécia encontram-se em uma situação bastante preocupante. Os países têm encontrado sérias dificuldades para pagar suas dívidas. Assim, é possível dizer que a crise financeira da Europa acaba refletindo na economia e nas bolsas de valores do mundo todo, o que consequentemente faz aumentar a procura pelo dólar. Além disto, algumas medidas do Banco Central em relação a cortes de juros, provocou uma diminuição o interesse do investidor estrangeiro no país, fazendo com que nossa moeda se desvalorizasse em relação ao Dólar.

Mesmo havendo uma diminuição do número de turistas nos free shops, os empresários da região não perderam o otimismo. Acostumados com as variações que já ocorreram em anos anteriores, eles acreditam que mesmo com a retração dos clientes devido as oscilações da taxa de câmbio, os produtos importados ainda continuarão sendo procurados pelos clientes. E de fato, cidades como Rivera não constantemente visitadas somente por oferecerem produtos importados mais baratos. Existe uma variedade de produtos que o consumidor não encontra nas prateleiras das principais lojas brasileiras, além é claro, do fato de que os visitantes costumam ser atraídos também pela cultura uruguaia, sua culinária e produtos típicos.

Assim, todo o momento de crise internacional é para muitos a oportunidade de crescimento, de mudanças e reajustes tendo como objetivo o equilíbrio e o desenvolvimento. Para quem já adquiriu certa experiência quando o assunto é alta do dólar, como os comerciantes e empresários dos free shops das cidades que fazem fronteira com o Brasil, este não somente é um momento passageiro como um aquecimento para o sucesso das vendas de Natal.

Seja um Parceiro Compras na Fronteira

O Guia Compras na Fronteira está entrando em uma nova fase. Estamos em busca de parceiros para formar uma grande comunidade de pessoas interessadas em trocar informações sobre procudotos, viagens e ofertas nos free shops do exterior.

Se você possui um site ou blog sobre o assunto ou mesmo sobre resenhas de produtos, entre em contato através deste link.

Será um prazer manter seu link na seção Parceiros de nosso blog na barra lateral e em breve em conteúdos especiais e página produzida para parcerias!

Não haverá custo, desde que seja divulgado nosso site em suas publicações ou blog roll.

Um abraço!

Vinícola chilena Concha y Toro paralisa atividades após terremoto

Segundo o portal de notícias G1, a vinícola chilena, produtora entre outros produtos do vinhos Casillero del Diablo – um dos mais vendidos nos free shops do Uruguai, além de espumantes e outras marcas – paralisou suas atividades nesta segunda-feira (1/3), após o terremoto ocorrido no Chile.

A notícia da conta de que houve perda de produtos e da capacidade produtiva. A empresa estima que deverá ficar parada por uma semana.

Leia a notícia aqui.

Uruguai: Horário de Verão já Começou

relogio

As duas horas da madrugada deste domingo iniciou o horário de verão no Uruguai, portanto se você pretende viajar ao país antes da mudança de horário no Brasil, programe-se! Os relógios já estão adiantados em uma hora em todo o país.

O horário de verão uruguaio começa sempre no primeiro domingo de outubro e termina no segundo domingo de março com algumas semanas de diferença do Brasil. Neste período, apesar de estarem no mesmo fuso horário, os dois países ficam com uma hora de diferença, o que acontece aproximadamente por duas semanas ao início e ao final das alterações.

Viagem de avião: POA – Montevideo, compras e táxi

Após uma semana em Porto Alegre visitando nossas famílias, já estamos de volta em Montevideo! A idéia deste post é uma espécie de informativo rápido de como é entrar no Uruguai de avião.

Embarcamos no Aeroporto Salgado Filho, no voo GOL 7486 (tradicional voo noturno) às 23:45h de domingo, mas antes, na sala de embarque, passamos na Dufry Free Shop brasileira para dar uma olhada nos preços e passar o tempo como de costume.

Conforme já dissemos antes, na sua grande maioria, os preços são quase os mesmos praticados nas fronteiras. Questão de poucos dólares a mais, porque manter uma loja em aeroporto é muito mais caro, mas este tipo de loja nos aeroportos do Brasil tem seus preços um pouco elevados.

Dufry Free Shop - Salgado Filho

O que me espanta, é o tamanho das 2 lojas (uma no embarque e outra desembarque internacional) no Aeroporto Salgado Filho: são pequenas em relação ao tamanho do aeroporto, e sua relativa importância. E a loja do embarque é bem menor que a do desembarque, mas essa diferença de tamanho entre as lojas no mesmo aeroporto é comum, pois sempre as pessoas compram no desembarque, e por isso essas são maiores, e com mais variedade.

Por falar em variedade, vale lembrar de uma curiosidade… no Salgado Filho, no embarque internacional, encontram-se produtos nacionais, e alguns até mesmo gaúchos, como por exemplo, produtos Natura, O Boticário, e até alimentícios, como Yoki, DaColônia (pé-de-moleque, torrone, goiabada…), entre outros!

Isso é comum para os estrangeiros que estão voltando pra casa e passam pra comprar um souvenir de última hora (nada mais típico que um americano levar um creme da natura e um pé-de-moleque pra casa). Estes produtos são os chamados “para exportação”, na verdade são os mesmos vendidos no supermercado, mas com outra embalagem e imaginamos, pagando um imposto a mais para o governo. Somente dessa forma esses produtos podem ser levados ao exterior, já que diversos tipos de alimentos e bebidas são proibidos, principalmente na cabine do avião.

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